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Disco Plano

08
Mai18

Disco que é pleno! #11

O Capitão Fantástico

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Lembram-se desta rubrica? É uma das minhas favoritas e não há melhor maneira de voltar a escrever sobre um disco que é pleno desde dia 12 de fevereiro, do que "I Forget Where We Were" de Ben Howard. É verdade que o primeiro disco deste artista é que ajudou a catapultá-lo para o sucesso e que este disco é um pouco mais "estranho", contudo eu gosto muito mais deste, creio que a complexidade musical que o mesmo apresenta é superior ao anterior e vem anteceder o disco que sairá no próximo dia 1 de junho da melhor forma possível. Em "I Forget Where We Were", Howard fala sobre tudo aquilo que sente e pelo menos para mim, parece não fugir à sua realidade, mesmo tendo-se esquecido de onde estavam, ele e quem? Pois, talvez a mulher que ele tem em casa e que lhe trata bem, ou pelo menos tratava, porque este álbum é de 2014 e o futuro adivinha-se, apesar de brilhante, sempre diferente. Sem muitos mais rodeios, falo deste disco porque gosto muito do que este rapaz tem para oferecer, falo deste disco porque vou vê-lo ao vivo no dia 27 deste mês e falo deste disco porque está, sem sombra de dúvidas, na minha lista de discos que não vou parar de ouvir até fugir deste planeta na minha nave espacial. 

10/10

12
Fev18

Disco que é pleno! #10

O Capitão Fantástico

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Em 2015 conheci uma banda genial em Wolf Alice, primeiro ouvi-os graças a um vídeo colocado no Youtube pela rádio KEXP de Seattle, depois viciei-me em "Bros", depois em "Your Loves Whore, depois em "You're a Germ", depois ao correr para não perder o comboio, viciei-me em "Lisbon" e acho que já entenderam, viciei-me neste álbum. Da parte da NME receberam um 09/10, a Pitchfork (hipster magazine rules the world, not) deu 7.4/10... No Metacritic este álbum regista o score de 78/100... Para mim é mais que números, é a mestria de quem está por trás da bateria, a beleza de quem canta, cantando de forma tão singular que chega a ser convidada pelos Alt-J para cantar no último álbum deles... E para completar, até a guitarra e o baixo de Wolf Alice são igualmente desafiantes, tanto quanto as coreografias ensaiadas entre membros da banda enquanto tocam ao vivo chamam à atenção. Esta para mim é das poucas bandas que temos a fazer aquilo que chamamos de R-O-C-K, infelizmente por um lado, felizmente por outro, significa que ainda temos bandas que o façam, neste álbum que foi o seu primeiro disseram: "nós somos os Wolf Alice e viemos para ficar", já vão num segundo álbum e eu convido-vos a espreitar o que eles fazem, são geniais, prometo! E não vos deixo ficar mal, o último álbum deles foi considerado por muitos um dos melhores do ano 2017, já é uma prova.

10/10

25
Jan18

Disco que é pleno! #9

O Capitão Fantástico

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Hoje trago algo diferente, talvez poucas pessoas esperavam que eu falasse desta banda aqui, mas só não esperavam porque realmente até agora não falei muito sobre as minhas "origens" Indie. 

 

Passo a explicar porque este álbum surge e também porque é um disco pleno! A primeira vez que ouvi falar desta banda, foi com a canção "Sweet Disposition" no meu filme favorito (ainda é o meu filme favorito há quase 10 anos) que é o 500 Days Of Summer. Mais tarde essa canção voltou a surgir, tirando todas as vezes que repeti o filme (quase uma vez por ano), surgiu quando comecei a tocar bateria e quis aprender algumas canções no tal instrumento que só faz barulho, hoje sei tocar esta canção e tenho orgulho nisso, depois quando é que eles voltam a surgir? Antes do Super Bock Super Rock 2016, eu ia ver The National e outras bandas, então aquelas que eu não conhecia, procurei conhecer. Ouvi o álbum "Conditions" do qual falo e percebo não só porque quis aprender a "Sweet Disposition", mas também porque gosto bastante deste álbum, o trabalho por trás da bateria está genial! Isso aliado ao facto que as melodias encaixam e tem canções como a "Fader" que chamam a atenção de qualquer um, faz deste, um disco que é pleno. Enjoy! 

07/10

17
Jan18

Disco que é pleno! #8

O Capitão Fantástico

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Salvador Sobral... Ganhou o festival da canção, ganhou a eurovisão, ganhou espaço em qualquer coração ao cantar a "Amar Pelos Dois", mas já antes tocava no meu quarto, nos meus headphones, em todo o lado e da melhor forma possível, "Excuse Me" é o álbum de estreia de um artista fora do comum, a minha faixa favorita é sem dúvida a "Change", mas há muitas outras faixas que deslumbram singularmente, como a "Excuse Me", a "Nem eu" ou até a "After you've gone", este é um álbum muito bom, recebi-o nos meus anos do ano passado e foi um das melhores prendas. Portanto, façam-me um favor e vão ouvir! Não se arrependem e o rapaz merece tanta atenção. 

08/10

03
Jan18

Disco que é pleno! #7

O Capitão Fantástico

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Boas pessoal! O novo ano chegou e eu já venho trazer-vos coisas boas, este ano prometo estar mais em cima do acontecimento, até porque o Disco Plano já conta com 8 rubricas e não tenho conseguido criar conteúdo para todas elas, mas irei tentar fazer com que 2018 seja ainda melhor que 2017, ano em que só em 2 meses e meio consegui 494 visitas e 1.097 visualizações, obrigado a todos! 

 

Leram bem o título? É isso mesmo, venho com mais um disco que é pleno e este tal como todos os outros, é igualmente pleno! Do que falo? Daquele disco que tem seu ponto alto em canções como "1987", "Axl Rose" ou ainda "Sangemil" e este disco não precisa de introduções, é o último lançamento do Miguel AJ, ex-azeitonete, que hoje em dia vai tocando em quase todos os palcos nacionais, esgota uns, esgota outros e promete tocar em todos os corações possíveis até não dar mais. 

 

"Giesta" é o nome deste disco e fala sobre a humilde terra natal do seu autor, foi inspirado por toda uma panóplia de memórias que este mesmo autor tem em si e na minha opinião, vale a pena escutar, eu já vi o Miguel Araújo ao vivo três vezes, com os Azeitonas e com o António Zambujo em 2016, sozinho no ano que passou, aliás, eu já viajei até ao Porto para ver este talento no ano de 2016. 

 

Acho que é tudo, pessoal, vejam e oiçam o vídeo abaixo, uma amiga minha teve a oportunidade de ver e ouvir a "1987" pela sua primeira vez ao vivo, enviou-me e foi a partir daí que pensei falar sobre este disco como o 7º disco pleno. 

08/10

 

22
Dez17

Disco que é pleno! #6

O Capitão Fantástico

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O dedilhar marca o ritmo de uma aventura que é inesquecível, porque a história que conta é fantástica e também porque iremos sempre reavivar a memória, Noiserv vicia, é um vício contagiante, um vício bom. E este disco é pleno, não só porque é o meu favorito de David Santos, mas também porque é aquele em que me encaixo, eu sinto que sou parte desta história contada de uma forma tão boa que se torna tão nossa quanto do artista por trás de tudo isto. É o homem orquestra e neste álbum foi uma orquestra quase visível. A.V.O porquê? Vejam a capa do álbum com detalhe e o resto conta-se musicalmente. Enfim, estou a divagar... Onde ia? Ah! As minhas faixas favoritas são "It's Easy to Be a Marathoner Even If You Are a Carpenter", "Don't Say Hi If You Don't Have Time for a Nice Goodbye" e a melhor das melhores "I Was Trying to Sleep When Everyone Woke Up"... Para terminar, quem ainda não ouviu este álbum, vai a tempo, quem ainda não ouviu Noiserv, vai a tempo e quem quiser ir ver o Noiserv, é melhor não perder mais tempo, eu já vou para a terceira vez, é hoje às 21:30 no Teatro Ibérico, concerto esgotadíssimo e não me canso, é viciante, contagiante e é realmente bom. 

09/10

Próximos espetáculos que vamos ver:

Ben Howard - Coliseu dos Recreios a 27/05/2018

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