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Disco Plano

29
Jan18

Spotify's Last Week

O Capitão Fantástico

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Espero que a vossa semana que passou tenha corrido bem, a minha mais perto do fim tornou-se tumultuosa, o que levou com que não houvesse muitas publicações por aqui, mas felizmente terminou como todas as outras semanas, com um domingo descansado. 

 

Nesta semana que passou voltei a ouvir mais Miguel Araújo que qualquer outro artista, voltei a ouvir a banda que ocupa o 1º lugar de sempre no meu last.fm, os Arctic Monkeys, que como devem saber, vêm cá a Portugal para o NOS Alive 2018, no 3º lugar encontra-se Linda Martini e tudo culpa do single "Boca de Sal", mas não só, esta banda está a agarrar o ano novo pelo colarinho e promete dar luta. Márcia fica com o 4º lugar, o que demonstra que procurei calmaria para o final da semana que passou e que só terminou quando ouvi Capitão Fausto no final da tarde de ontem. 

 

Por hoje é tudo meus amigos, mas amanhã há mais e no dia após também.  

28
Jan18

Parquet Courts... Ou Parkay Quarts?

O Capitão Fantástico

Seja a primeira opção, ou a segunda opção, não deixa de ser a nova banda que mais tenho ouvido na última semana, não são realmente uma banda recente, pois já viajam pela galáxia musical que conhecemos desde 2010 e são uma banda com alguma fama própria. Em Portugal estrearam-se em 2014, foi no NOS Alive e eu mal posso esperar por uma próxima vez que cá venham, ainda não os vi ao vivo, mas garanto que são uma das presenças que podem fazer com que eu vá a mais que um festival este ano, isto se não forem ao Paredes de Coura, onde pretendo passar as minhas férias de agosto, se forem ao Paredes de Coura, juntam o útil ao agradável. 

 

Para quem não os conhece, deixo um vídeo, para quem já os conhece, deixo na mesma um vídeo, é sempre bom ver, ouvir e focar a nossa atenção neste grupo irreverente de Vayorken, desculpem-me, é New York, ou Nova Iorque, bem, divirtam-se: 

 

 

Ah e já agora, shout-out para o André Dias, um grande amigo meu que me mostrou esta banda há algum tempo e que tem um gosto excecional no que toca a música! Thanks.

25
Jan18

Disco que é pleno! #9

O Capitão Fantástico

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Hoje trago algo diferente, talvez poucas pessoas esperavam que eu falasse desta banda aqui, mas só não esperavam porque realmente até agora não falei muito sobre as minhas "origens" Indie. 

 

Passo a explicar porque este álbum surge e também porque é um disco pleno! A primeira vez que ouvi falar desta banda, foi com a canção "Sweet Disposition" no meu filme favorito (ainda é o meu filme favorito há quase 10 anos) que é o 500 Days Of Summer. Mais tarde essa canção voltou a surgir, tirando todas as vezes que repeti o filme (quase uma vez por ano), surgiu quando comecei a tocar bateria e quis aprender algumas canções no tal instrumento que só faz barulho, hoje sei tocar esta canção e tenho orgulho nisso, depois quando é que eles voltam a surgir? Antes do Super Bock Super Rock 2016, eu ia ver The National e outras bandas, então aquelas que eu não conhecia, procurei conhecer. Ouvi o álbum "Conditions" do qual falo e percebo não só porque quis aprender a "Sweet Disposition", mas também porque gosto bastante deste álbum, o trabalho por trás da bateria está genial! Isso aliado ao facto que as melodias encaixam e tem canções como a "Fader" que chamam a atenção de qualquer um, faz deste, um disco que é pleno. Enjoy! 

07/10

24
Jan18

Acelerou + Beat It

O Capitão Fantástico

Acho que todos sabem quem foi o rei do Pop, acho que todos sabem o seu nome, Michael Jackson dispensa introduções, já os HMB por outro lado, foram bem introduzidos no panorama musical português quando o seu sucesso "O Amor É Assim" foi lançado e teve o contributo da Carminho com a sua voz única.

 

Mas não é sobre a "O Amor É Assim" que venho falar, venho falar da "Acelerou", canção que se for ouvida, com ou sem atenção, vão notar que tem algumas semelhanças com a "Beat It" do senhor Michael Jackson, se é plágio, se não é, mais uma vez, a mim pouco importa, ambas as canções são boas, pelo menos para mim, oiçam e tirem as vossas conclusões. 

 

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Foto retirada daqui

23
Jan18

O Lago dos Cisnes - CNB no Teatro Camões

O Capitão Fantástico

Só por um breve momento, o Capitão Fantástico empresta a "voz" a Nara e as sensações sobrepõem-se às opiniões.

 

Na sala do Teatro Camões, a primeira ovação é do maestro. Tchaikovsky faz-se ouvir pelas mãos [e sopros] da Orquestra Sinfónica Portuguesa e ao abrir o pano estamos numa aldeia, em que camponeses - representados por elegantes bailarinos - dançam alegremente na presença do príncipe, a quem a Rainha oferece uma besta. Fascinado com o presente, o príncipe decide caçar e, embrenhando-se no bosque, encontra o Lago dos Cisnes. Ao meu lado o Capitão perscruta cada nota e acompanha os passos, a prima-ballerina que saiu do ritmo, só por um instante, recuperando-o no seguinte.

 

O meu pescoço estica-se um pouco mais e o sorriso rasga-se - Siegfried avista Odette. Ela resiste, quase se tocam... rodopiando nas pontas, bate as longas asas até as costas das mãos se tocarem por cima da cabeça e, por fim, cede. Dançam juntos, apaixonam-se... e é então que a Companhia Nacional de Bailado, numa abordagem pouco convencional, nos surpreende esvaziando o palco para nos deixar a sós com a melodia e a personagem do mago Rothbart, de carne e osso, mas projectada em vídeo no pano de fundo.

 

Fecham-se as cortinas. De volta às cadeiras aveludadas da sala amplamente iluminada, o silêncio dá lugar à desordem e troco impressões com o Capitão. Somos unânimes a eleger o melhor momento: o quarteto de cisnes alvos de braços entrelaçados e a sua sequência hipnotizante e sincronizada de passos, ao som do Swan Lake Op. 20 Act. 1 - Scene 2: Danses des petits cygnes (allegro moderato). Já a preferência musical recai sobre a segunda e uma das mais badaladas - Swan Lake Op. 20 Act. 1 - Scene 1: Valse (tempo di valse).

 

A segunda parte desenrola-se mais rapidamente. O meu olhar é inevitavelmente atraído para os pés e para as pernas, impecavelmente esticadas. Somos transportados para um baile na Corte, em que a Rainha insiste para que o príncipe escolha uma noiva e deixamo-nos envolver pelos movimentos determinados do Cisne Negro, que - fazendo-se passar por Odette - leva o príncipe a prometer-lhe o seu amor eterno. Os cisnes voltam a encher o palco, coreografando formas no espaço, avançando, recuando, repetindo sequências, e assistimos à derradeira dança do casal, entre arabesques e pirouettes.

 

Sem concretizar o sacrifício de ambos, que morrem afogados no Lago, o bailado termina novamente com o palco vazio. Seguem-se as palmas, as vénias, as flores... a Companhia faz 40 anos, por isso a orquestra toca os "Parabéns a você" e apesar do final trágico da fábula dançada, o pano cai ao som de Happy, de Pharrell Williams.

 

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Foto retirada daqui

 

Quero agradecer a uma pessoa muito querida, à Nara, não só porque acompanhou-me ao Teatro Camões em dezembro do ano passado para ver o Lago dos Cisnes, mas também por ter escrito o texto que acabaram de ler, espero que tenham gostado. 

Próximos espetáculos que vamos ver:

Sem datas até ao momento...

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