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Disco Plano

23
Abr18

O que traz o verão? Wolf Alice!

O Capitão Fantástico

Esta banda conheço desde o seu início e como é óbvio, se ainda ouço hoje, é porque realmente gosto do que fazem, tornando-se também óbvio que gostava muito de os ver ao vivo, gosto mais do primeiro disco que lançaram do que do segundo, contudo o segundo conta muitas histórias com as quais me identifico, como por exemplo "Don't Delete The Kisses": "I look at your picture and I smile, how awful's that? I'm like a teenage girl, I might as well write all over my notebook - that you 'rock my world!" - Não há como não querer cantar esta canção de tão "minha" parecer, aliás, se bem me lembro a última vez que escrevi o nome de uma rapariga vezes sem conta num caderno e estava assim tão apaixonado, foi no início do ano letivo 2010/11, ano em que estava no 9º ano, portanto, esta canção leva-me bem atrás na minha cronologia do amor. 

 

Sem esquecer que os Wolf Alice são muito bons ao vivo e é isso que, principalmente, faz com que eu gostasse muito de poder vê-los ao vivo, mas não devo ver, pelo menos por agora. 

 

Deixo-vos isto: 

 

20
Abr18

Carolina Deslandes abre as portas de Casa...

O Capitão Fantástico

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A Carolina Deslandes tem mais três anos que eu, eu tenho quase 24 anos e mesmo assim, tendo uma diferença tão pequena entre as nossas idades, consigo olhar para ela, quando vejo os seus posts no Instagram ou quando a vejo tocar ao vivo (tive a oportunidade de a ver em dezembro do ano passado), com admiração. 

 

É mãe de dois filhos, mas vocês já sabem, é esposa de Diogo Clemente, mas vocês já sabem, canta bem e encanta muito, mas vocês já sabem, contudo o que não sabem é o que eu acho do disco que ela lançou, abrindo as portas de sua "Casa" para todos nós, para que possamos entrar em sua "Casa" sempre que quisermos, eu já entrei pelo menos três vezes e gostei, agora, quero mostrar-vos o que pensei e senti, sem mentiras. 

 

1. A Vida Toda - O disco começa com a canção que no ano passado fez-se ouvir mais do que era necessário, pensava eu, cheguei até a pensar que a mesma era "irritante", aquele efeito que todos vemos fazer-se sentir quando uma canção toca demasiado na rádio, mas esta fazia sentido tocar tanto, é um dos melhores pedaços desta "Casa", uma guitarra e a voz de Carolina, uma canção dedicada com amor que continua a crescer, tal como a canção que cresce até terminar. Começa então na faixa nº1 um disco que vai ficar para a vida toda, pelo menos para a minha. 

 

2. Adeus Amor Adeus - Depois do amor eterno se fazer ouvir na primeira canção deste disco, ouve-se o amor que tem um fim, ouve-se a despedida de um amor, o disco mantém o registo e continua de guitarra e voz, mas cedo entra a percussão e esta canção que se adivinhava calma, ganha alguma energia, transmite a sua mensagem e mesmo sendo uma canção menos feliz, faz-me esboçar um sorriso, tanto pelos back vocals, como pelo piano que se encaixa tão bem na decoração da "Casa" de Carolina. 

 

3. Coisa Mais Bonita - A primeira colaboração faz-se ouvir com uma das melhores, talvez até a melhor voz de Portugal, António Zambujo e Carolina Deslandes ao mesmo tempo vão cantando sobre a coisa mais bonita, ouve-se guitarra, baixo, percussão e até provavelmente um ukulele. Esta canção é mais dançável e feliz, transmite bem essa felicidade, nem que seja com o riso de Carolina no fim. 

 

4. Não Me Deixes - A segunda colaboração faz-se ouvir com uma voz que devia fazer-se ouvir mais em Portugal, é a voz de Maro, que se ouve logo desde o início, esta canção tem o seu "quê" de brasileira, mas não o é, nem bem portuguesa, é universal, porque todos nós sentimos este sentimento, todos nós temos alguém a quem dizer: "Não Me Deixes". 

 

5. Agora - Esta é provavelmente a minha canção favorita do disco, porquê? Porque o início faz-me lembrar uma canção de Márcia, a letra faz-me todo o sentido e mesmo apesar de ser uma canção que fala de uma história não de amor, mas sobre o amor e quando ele não traz um final infeliz, é uma música que me faz sentir bem, todos os instrumentos se encaixam bem, o refrão aparece e é bem-vindo, sempre, porque está tão bem feito, depois entram os back vocals e entra também a guitarra que nos faz querer dançar devagarinho perto do minuto 1:30, volta a haver refrão e a canção vai-me ficando na cabeça, é "Agora", como disse, talvez a minha canção favorita. 

 

6. A Miúda Gosta - Por outro lado segue-se uma canção que já não gosto tanto, mas também não desgosto, faz-me lembrar várias coisas, mas por todas as semelhanças não deixa qualquer singularidade, o saxofone deixa a sua marca, mas não ajuda à distinção desta faixa e se "A Miúda Gosta", eu não gosto assim tanto, mas não é culpa da canção, é culpa minha. 

 

7. Benjamim - Quando vi Carolina ao vivo pela primeira vez em dezembro do ano passado pude ouvir esta canção, gostei bastante da versão ao vivo, pensei que fosse difícil fazer algo igual, não seria a primeira vez nem a única em que a versão ao vivo é melhor que a do disco, contudo, a produção desta faixa foi especial, tem a surpresa de ter a colaboração especial, talvez, do próprio Benjamim e é uma música, mais uma vez, de amor único, o amor de mãe.

 

8. Eras Tu - As vassouras a passear pela tarola, o baque das baquetas e o arrastar da areia de mansinho, ouve-se "Eras Tu" como uma daquelas canções que não se esquece, mas também não se faz lembrar, tal como a sexta canção deste disco, é uma boa canção, mas faz-me só sentir que há beleza na música de Carolina e talvez só isso mesmo. 

 

9. Nuvem - A par de "Agora" e de "Benjamim", esta é outra das minhas favoritas, faz-me chorar, não só pela sua mensagem, mas porque me identifico com o que está escrito, não só por ter perdido gente da minha vida, mas por saber que um dia vou perder de novo, porque a morte faz parte da vida e não há sorte que a impeça, por isso e por enquanto vou ouvindo este hino, esta ode a quem já foi e não volta, pelo menos até prova contrária, "Nuvem" é uma canção linda, seja pela letra, pelo piano singular ou pela voz de Carolina que faz faltar o ar, é linda. 

 

10. Avião De Papel - Esta foi a canção nomeada para 2º single de "Casa", por isso é como se fosse o sofá, aquele lugar onde todos passamos muito tempo, a letra faz sentido, é bonita, o Rui Veloso empresta a voz e torna realidade o sonho de qualquer um, mas neste caso, de Carolina. Esta canção é a décima do disco e faz sentido surgir aqui, porquê? Ouçam e vão perceber, garanto. 

 

11. Aleluia - A canção que gostava que fosse minha. A canção que gostava de poder dedicar a alguém. A canção de amor que fala de amor, para mim, na sua forma mais bonita, o amor por alguém que faz rir e mata a melancolia, quando não sabemos bem o que fizemos para merecer essa pessoa, esse alguém que é uma espécie de milagre e faz-nos gritar "Aleluia". A mim faz-me também dizer: obrigado Carolina Deslandes, fazes canções bonitas, tornas a música bonita.

 

12. Maria Cabeça De Vento - A produção é de Diogo Clemente e ele é guitarrista da Cuca Roseta, creio eu, corrijam-me se estiver errado, esta canção é uma espécie de fado moderno e se achavam que a voz de Carolina não encaixava bem numa canção assim, como eu, estão enganados, gosto desta canção, podia ser de Ana Moura, mas não é e ainda bem, é uma das grandes canções de "Casa". 

 

13. Nos Teus Olhos - Uma canção bonita, uma canção simples, uma canção de amor, sendo sincero, o álbum podia ter terminado com a 12ª canção e eu provavelmente ficava feliz, mas ter a mais raramente é mau e ter mais do que dez canções é algo bom, sei bem que vou ter canções para me saciar a vontade de ouvir Carolina durante muito tempo. "Nos Teus Olhos" fica por agora no mesmo saco que a sexta e a oitava canção, talvez mais tarde venha a sair, algumas destas canções acabam por crescer em nós. 

 

14. Circo de Feras - Eu não gosto de Xutos & Pontapés, sei reconhecer o valor da banda, mas não gosto e não consigo obrigar-me a gostar, contudo, gosto agora de "Circo de Feras", Carolina fez desta canção uma canção sua e ainda bem. 

 

Enfim, por fim, fecho a porta e saio da "Casa" que não é minha, mas que é tão acolhedora que não me importava que fosse, este é o melhor disco da Carolina Deslandes e sem dúvida nenhuma vai-se ouvir tocar durante muitos anos, vão ouvir! 

09
Abr18

O que traz o verão? Festivais!

O Capitão Fantástico

Quero mostrar-vos o que gostava de ver este ano nos festivais portugueses, como já disse no post anterior, este ano só devo ir a um festival e se for, devo ir só a um dia, sei que devia ir a mais, mas por vezes existem outros pontos em que nos devemos focar e se eu quero muito tocar com a minha banda ao vivo, devo investir tempo e dinheiro nisso, em vez de ver os outros fazer o que quero também fazer, sem poder fazê-lo, contudo, vou deixar-vos aqui 10 dos muitos artistas que gostava de ver, isto dos que já confirmaram a sua presença em Portugal, mas vou mostrar-vos um de cada vez, claro!

 

Primeiro quero começar por um artista que a minha melhor amiga partilhou comigo, num dia em que íamos com um amigo nosso para o café e ela era a DJ de serviço, falo-vos de Tom Misch, se bem me lembro, a música que ela colocou foi a “Movie”, gostei muito do que ouvi, mas não tive logo a urgência de começar a ouvir, uns dias mais tarde, uma amiga dessa minha amiga falou-me também de Tom Misch e hoje, depois de ouvir o álbum de estreia do artista, fiquei com muita vontade de o ver ao vivo, o álbum é muito bom e acho que ao vivo deve soar melhor ainda. A minha faixa favorita deste álbum é provavelmente a primeira que ouvi, mas a “Water Baby”, a “You’re On My Mind” e muitas outras deixam um sabor especial, gosto da participação de Loyle Carner neste álbum, artista que felizmente já ouço há algum tempo.

 

Onde estará Tom Misch a tocar? No Parque das Nações a 20 de julho, como parte do festival Super Bock Super Rock e leva-me a ponderar, talvez venha a escolher este dia como o dia que vou a um festival.

 

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05
Abr18

Major Tom to Ground Control...

O Capitão Fantástico

This is Major Tom to Ground Control
I'm stepping through the door
And I'm floating 
in a most peculiar way
And the stars look very different today

For here
Am I sitting in a tin can
Far above the world
Planet Earth is blue
And there's nothing I can do

 

Estou de volta! Não sei por quanto tempo, mas posso dizer que pelo menos devo conseguir publicar alguma coisa uma vez por semana, neste post vou aproveitar para dizer-vos o que aconteceu na minha vida desde a última vez que publiquei e aproveitar também para dizer o que vai acontecer até ao final de abril. Quanto ao Disco Plano, o mesmo também sofrerá alterações que vou explicar e espero que agrade a todos os fãs do blogue, se ainda tivermos fãs, até porque já estamos inativos há algum tempo. 

 

1 - O Disco Plano vai deixar de publicar as seguintes rubricas: "Circa...", "Concertos, concertos, concertos", "Entrevista" e "Spotify's Last Week", porquê? Quanto à primeira, é porque se trata de uma rubrica que exige muito tempo para ser escrita, até porque tenho de falar sobre bandas que oiço há mais de 5 anos e nem todas as bandas me dão vontade de escrever de igual forma. Quanto à dos concertos, é porque este ano por exemplo, só devo ir ver o Ben Howard ao Coliseu dos Recreios e devo ir a um festival, qual? Ainda não sei, tirando isso, não vou a concertos tão assíduamente como fui em 2017, por isso não se justifica ter tal rubrica. Quanto às entrevistas, eu fiz algumas e ainda tinha mais entrevistas para fazer, mas é algo que leva este blogue para o lado mais profissional e no fundo, não é um blogue profissional, não ganho dinheiro com o mesmo, não é o meu objetivo, se ganhar dinheiro, melhor, mas não é o meu objetivo, por isso também não se justifica. Quanto ao top semanal do Spotify, esta rubrica é algo que sempre fiz, até nos meus tempos de Tumblr, mas nem sempre tenho disponibilidade para o fazer e acaba por moldar um pouco o que ouço semanalmente, prefiro ouvir música livremente, sem me preocupar em ter que ouvir pelo Spotify, por exemplo, tenho quase 100 CD's na minha coleção e não ouvi quase nenhum em 2017, porque só no Spotify é que contava para o top. 

 

2 - A partir de agora o Disco Plano volta a contar só com uma pessoa, o Capitão Fantástico, quem? Eu. Porquê? Porque o meu irmão (Kitamura) não terá disponibilidade, a Marta Saraiva (Annehail) fez o logotipo do blogue, agradeço-lhe bastante pelo tempo que disponibilizou e pelo trabalho feito, agradou-me bastante, mas mais do que isso não será possível, procuramos objetivos diferentes e assim ela teve que cessar funções no blogue, o Alexandre Batista e a Ana Queirós, decidiram cessar funções no blogue por divergência de opiniões, víamos e vemos este blogue de forma diferente e quando assim acontece, mais vale seguirmos caminhos diferentes, por fim, como eu sou o fundador do Disco Plano, enquanto eu existir o blogue vai existir (com ou sem publicações), por isso tenho os olhos postos no futuro. 

 

3 - Provavelmente irei fechar a página do Facebook que foi criada com o propósito de divulgar o blogue e irei focar-me em escrever por aqui pelo menos uma vez por semana, até quando, não sei, mas pretendo continuar a fazê-lo enquanto tiver gosto por isto. 

 

4 - Na minha vida pouco aconteceu, tive que tratar da minha saúde, estou quase a 100%, a minha banda tocou ao vivo pela 3x e tem tudo encaminhado para um 2018 em grande, estou quase a concluir outros objetivos pessoais e levo agora um novo alento para este ano que só começou há pouco mais de 3 meses.

 

A todos os que me acompanham, um grande obrigado! E até já! 

 

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19
Fev18

Hiatus?

O Capitão Fantástico

Para quem não sabe, "hiatus" significa: uma pausa, um período de descanso, a ausência de algo durante um tempo indeterminado. 

 

E porque falo disto? Porque é o que vai acontecer ao Disco Plano, ao fim de mais ou menos 4 meses de muita diversão, em que entrevistei o Noiserv, a Mathilda, a Monday e iria entrevistar muitos mais no futuro próximo, após ter divulgado os meus gostos, os meus desgostos e ter trabalhado em 8 rubricas, depois do Kitamura (Márcio Martins) ter criado a sua própria rubrica, da Anne Hail (Marta Saraiva) ter desenhado tão graciosamente, o logo do nosso blogue... Surge uma espécie de tempo, aqueles tempos que se dá nas relações amorosas, um tempo indeterminado em que vou ter que estar sem escrever, por muito que queira. 

 

Estava pronto para falar do Festival da Canção, ia falar sobre tantas boas coisas que estão a acontecer no universo musical português, como Linda Martini, Monday e muitos outros... Mas eis que surgiu a altura de escolher entre várias ocupações, uma que tenho que deixar em standby. Para quem não sabe, estou a estudar, trabalho, tenho uma banda, lancei um livro em 2017 e tenciono lançar um novo livro em 2019, por isso, o blogue terá que fazer uma pausa... 

 

De qualquer forma, achei por bem apresentar-vos os Chocolate Negro, acho que vão gostar... 

 

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Banda que fundei com o meu irmão mais velho e com a minha irmã mais nova, banda esta que levou-me já a três palcos diferentes em menos de um ano e que espero que me leve a mais, o que mais gosto de fazer na vida é tocar bateria, o que mais gosto de fazer na vida é fazer os outros felizes e ser feliz enquanto isso. Por isso, por uns tempos vou tocar bateria, compor, escrever letras e trabalhar no meu próximo livro, por uns tempos vou estudar e aplicar-me no que quero seguir na faculdade, talvez no ano letivo seguinte, ou o ano a seguir a esse... 

 

Fiquem com uma das canções originais da minha banda:

 

 

Subscrevam no canal do Youtube se quiserem e sigam-nos no Facebook e no Instagram, links abaixo! 

 

https://facebook.com/chocolatenegrobanda/

https://instagram.com/chocolatenegrobanda

 

Até breve!

14
Fev18

Avião De Papel - Carolina Deslandes feat. Rui Veloso

O Capitão Fantástico

Depois do aclamado sucesso que foi "A Vida Toda" a moça que hoje é filha, irmã, namorada, mulher e mãe de dois rebeldes, fez um "Avião De Papel", daqueles das cartas de amor, para voar nele quando o mundo for cruel e não houver espaço que chegue para a dor e a quem pediu ajuda? Ao mestre da guitarra, ao padrinho dos Azeitonas, mentor e ainda ídolo do cantautor respeitado que é o Miguel Araújo, só há um e só poderia ser assim, Rui Veloso. Esta canção tem a gentileza da guitarra como foco, esse que só é roubado pela voz singela de Carolina, que treme, é arrojada, mas suave, carrega grãos de vontade de cantar agarrados e pouco depois do primeiro toque de guitarra elétrica, surge a voz de Rui, que diz virar bailarino ou até super-homem por quem? A quem o seu coração se refere, as vozes de ambos encontram-se, entra um solo maroto de guitarra e está aqui, mais uma boa canção da autoria de Carolina Deslandes featuring Rui Veloso, para ela foi surreal poder cantar com ele, para ele de certeza que foi divertido cantar com ela, para nós é a partir de hoje, uma benção poder ouvi-los.

 

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Esta canção já está disponível no Spotify e também no iTunes, se está em outros sítios, não sei, mas procurem que encontram!

Próximos espetáculos que vamos ver:

Sem datas até ao momento...

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